Os 3 pilares do Value Investing de Warren Buffet

Hoje recebi uma sintética missiva do analisa Bruce Barbosa (ex-Empíricus), que aprecia sobremaneira o value investing. Em suas cartas Os Superinvestidores de Graham-Doddsville de hoje, disse que o value investing possui três pilares que eu gostaria de “republicar” utilizando minhas próprias palavras.

1. Ações são mais que ações

Ações são empresas. Temos que ter em mente que uma ação representa uma pequena parte de uma empresa. Mais interessante que avaliar uma ação é ser capaz de valiar a empresa: entender seu negócio, vantagens competitivas, lucros, gestão de dívida, governança e outros.

Acredito que boa parte dos investidores analisam ações por meio de seus múltiplus, mas quantos de nós tenta entender a empresa? Para avaliar qualquer ação, temos que avaliar a empresa para entender quanto uma ação vale.

2. Margem de Segurança

Basicamente, margem de segurança é comprar uma ação por um preço inferior ao seu valor intrínseco. Como Buffet dizia, comprar uma ação de forma segura é comprar R$ 1,00 por R$ 0,50 centavos. Dessa forma, o investidor estaria protegido de uma eventual queda. Quanto menor o preço pago por uma ação, maior será a margem de segurança.

“Mesmo com uma margem de segurança agindo a favor do investidor, uma ação individual ainda pode sair mal. De fato, a margem só garante que a chance de o investidor ter lucro é melhor que a chance de perder – ela não significa que perder é impossível. Mas na medida em que o número de ações individuais na carteira, possuindo margens positivas, aumentar, mais certo é que o total dos lucros excederão o total dos prejuízos. A constatação é a base da indústria de seguros.” – Benjamin Graham

Voltamos ao ponto inicial: avaliar empresas, porque somente assim poderemos estimar uma margem de segurança. É verdade, avaliar uma empresa não é para qualquer pessoa, na medida em que é preciso experiência. Não me refiro ao fluxo de caixa descontado, mas à avaliação da empresa para estimar um valor intrínseco. Na minha opinião, a base do Value Investing é a capacidade de avalir a empresa, porque somente assim será possível estimar seu valor intrínceco e, depois, sua margem de segurança.

3. O mercado é maníaco-depressivo

Este conceito foi o primeiro que aprendi e junto com o anterior. O mercado tende a exagerar seus movimentos perante fatos. Percebemos que algumas notícias levanto o ibovespa e outras derrubam. A mesma coisa acontece com ações individuais. Lembro que HYPE3 estava custando cerca de R$ 37,00 e, depois da notícia do envolvimento de algum figurão da companhia nos escandalos da Lava-Jato, caiu para cerca de R$ 25,00.

Isso acontece com várias empresas e não só com notícias ligadas a crimes. Por exemplo, por não sabermos quem será o presidente, no últimos mês, havia várias empresas que haviam caído cerca de 40%. Outras caíram igualmente por ter tido uma queda nos lucros ou mesmo por obsolescência. Este é o momento ideal para se comprar se conhecermos a companhia e avaliarmos que estamos com preço abaixo de seu valor intrínseco.

De maneira inversa, quando saem boas notícias ou bons resultados, há a tendência dos preços se elevarem mais do que a empresa realmente vale. Momento de se distanciar das respectivas ações.

Resumindo, a volatilidade é benéfica para quem compra ativos abaixo de seu valor intrínseco.

Um dia por vez

Não tenho acompanhado tanto assim meus papéis e por isso há uma tendência de ampliar a diversificação cada vez mais. Não penso em rentabilidade no momento, mas apenas em acumular patrimônio em valor.

Tenho estudado massivamente para o SEFAZ-GO. Não quero deixar nenhuma disciplina para trás. A despeito de eu já conhecer praticamente todas as matérias, preciso revisar a maioria delas, bem como aprender a legislação do estado que junto com auditoria e contabilidade consubstanciam a maioria dos pontos da prova.

Fiz alguns testes com provas da FCC para avaliar. No passado, eu tinha dificuldades com a fundação, mas hoje, fico feliz em dizer que tenho afinidade com a banca. Ou seja, gosto do CESPE e da FCC. Já vi que a legislação tributária do ICMS é deveras intrincada.

No meu trabalho, este mês parece um mês de férias. Não há demanda. Esses dias estão servindo para que eu adiante muita coisa. É uma pena que isso tudo deve acabar a partir da semana que vem.

Fora tudo isso, que é atual, tenho pensado em fazer a certificação CNPI e virar youtuber.  É sério! Acredito haver espaço para todo mundo. Com a certificação eu poderia fazer recomendações: as pessoas adoram recomendações. Eu poderia também comentar como foi o dia – o sobe e desce dos papéis.

Enfim, vou descansar hoje e amanhã. Sem estudos. Terminarei de assistir Marco Polo e o filme sobre apocalipse. Espero que todos estejam felizes com suas vidas e seus investimentos.

Quais contas pagar primeiro? Um guia emergencial.

Muitos de nós crescendo acreditando que as vezes é melhor tomar um empréstimo para obter algo ou mesmo que utilizar o cartão de crédito é uma boa ideia, mas o fato é que a pessoa física deve utilizar apenas os recursos que possui. Falamos bastante sobre isso nos Melhores Conselhos de Finanças Pessoais.

As empresas fazem uso de um conceito de administração financeira chamado estrutura de capital. Nela, por vezes, é melhor utilizar o capital de terceiros (pegar empréstimo) do que utilizar o capital próprio quando o primeiro possuir um custo menor que o último. No caso das pessoas físicas, simplesmente, o melhor a fazer é nunca tomar um empréstimo: esse é o principal conselho.

Utilize apenas o dinheiro que você possua. Se for necessário financiar uma casa para a terceira idade, faça-o, mas somente nesse caso compre algo com um dinheiro que você não possui.

Entretanto, nem sempre é possível pagar o que consumimos de forma instantânea. Basta lembrar das contas de água, a conta de luz, a escola das crianças, o aluguel e etc. Então, o que fazer se as vezes somos obrigados a ter dívidas?

Pois bem, depois te ter passado anos na corrida dos ratos e tendo que administrar uma dívida crescente, agora sou uma pessoa com dívidas em queda (de muitas, agora tenho apenas uma) e com uma taxa de poupança crescente: comecei com 5%, passei para 10 e, atualmente, está em 20%. Pretendo aumentar a minha renda para poupar 50% e, ainda assim, consumir um pouco mais (esse é outro papo, voltemos ao que pagar primeiro).

Bom, vou passar uma ideia geral em forma de guia numerado do que deve ser pago primeiro e o que deve ser pago por último.

  1. O Financiamento de carro ou casa. Com exceção da casa para viver a terceira idade, não recomendo financiamento. Todavia, muitos de nós já temos um. Eu mesmo já financiei uns 3 carros nessa vida. Enfim. Se tiver um financiamento, pague primeiro. A jurisprudencial atual é totalmente favorável ao banco e mesmo se tendo atrasado apenas uma parcela, o banco pode lhe tomar seu carro ou casa. Já aconteceu com um carro meu e contei a história neste post;
  2. O Mercado. Quando digo mercado, quero dizer o mercado em que adquire carne, verdura, frutas, produtos de limpeza e etc. Quando nos endividando, acabamos por ter uma notinha. Pague, caso contrário ficará sem crédito e, quando seu dinheiro acabar DE NOVO, não te cederão produtos;
  3. A conta de água e luz. Quem vive sem água ou luz? No meu caso, que tenho família, não imagino o que seria alguns dias sem água ou luz. Quando a energia acaba por 1 hora ou menos já é um grande transtorno, imagine por dias;
  4. Os empréstimos. Tomos queremos investir para ter retorno financeiro, mas quando devemos, quem tem retorno é o banco. Quando não pagamos uma dívida em um mês, a parcela do mês atual se soma à do mês seguinte acrescida de juros. Essa é a bola de neve ao contrário. Pague os empréstimos;

No caso de se estar devendo muito, é interessante garantir o transporte por meio de uma bicicleta, porque elas podem atingir uma grande distância em um período relativamente curto de tempo. Assim, a chegada ao trabalho, a principal fonte de renda, estaria garantida.

Não recomendo investir nessa situação, mas pelo contrário. Se houver investimento ou uma reserva de emergência, é uma boa hora para organizar as contas. Assim, a disciplina de investimento estaria garantida de forma sustentável.

Pense bem e tome suas decisões. Lembre-se que você sofrerá as consequências de suas decisões e, se possuir família, eles também pagarão pelos seus erros. Controle suas finanças. Boa sorte.

Saúde Mental, Dinheiro e Felicidade

Quanto mais ganhamos a conciência de que o dinheiro não nos traz felicidade, mas sim segurança, mais felizes e seguros viveremos poupando ainda mais. – Eu

Não acredito ter propriedade para falar de Saúde, já que não sou médico, dinheiro, por não ser economista, tampouco sobre equilíbrio, que não sei o que significa. Porém, tenho muita vontade de ter tudo isso. Faz parecer que encontraríamos o nirvana nesse caso.

Neste momento, acabei de chegar a meu trabalho. Estou tomando um café amargo na minha chícara de metal esmaltado. Cheguei até aqui de bicicleta após percorrer 7,5 km a partir de minha casa.

Durante tal trajeto vim refletindo se eu estava fazendo algo de errado por que ontem eu e uns colegas tivemos uma conversa sobre dinheiro. Eles diziam coisas como “não consigo entender o porquê deixar de viver hoje para viver amanhã”; “gosto de móveis caros em minha casa”; “não abro mão de pagar caro em um restaurante para me sentir bem”.

Eu me perguntei se eles estavam errados e eu certo. Afinal, pareciam ter tanta convicção. Enquanto pedalava, pensava e cheguei a algumas conclusões que me deixaram preocupado, mas me mostraram que estou no caminho certo.

Todos os dias trocamos nossa juventude e vitalidade por dinheiro durante a nossa idade produtiva. Para mim, isso significa uma coisa: O DINHEIRO É MUITO IMPORTANTE (!). Devemos gastá-lo somente quando for necessário e de forma cuidadosa e planejada.

Se o dinheiro é importante, por que comprar móveis caros? Por que visitar restaurantes caros? Por que comprar roupas caras? Por que fazer empréstimos para compensar a nossa renda insuficiente? A resposta da maioria das pessoas seria: Quando faço isso, sinto-me bem.

Esse é o ponto! Se precisamos de carro, restaurante, roupas caras e outros consumos similares para que possamos nos sentir bem, é porque existe algo de errado. Percebo que, atualmente, sinto-me bem com minha esposa e filhos e comigo mesmo, sozinho. Durmo com vontade de agradecer e acordo com vontade de agradecer. Isso, para mim, parece significar que A FELICIDADE ESTÁ DENTRO DE NÓS.

Obviamente, precisamos de dinheiro para sobreviver, mas devemos guardar o máximo que pudermos realizando ajustes em nosso orçamento e no nosso estilo de vida. Quando guardamos dinheiro, estamos contruindo um “eu” financeiro, que é incansável, trabalhador, eficiente e que, ao contrário de nós, com o passar do tempo, produz cada vez mais.

Eu entendo tudo que eu disse até aqui, mas tenho certeza que pode surgir a dúvida: Se a felicidade está dentro de nós, por que razão pouparemos tanto? É o seguinte, o dinheiro é o que proporciona toda a infraestrutura que nos cerca. Quando poupamos, estamos aumentando a nossa segurança.

Ora, se conseguimos viver com 90% de nossa renda, por que viver com 100%? Podemos guardar esses 10%. O que poupamos, traz a tranquilidade de saber que, CASO PRECISEMOS, teremos esse dinheiro para nos salvar. Caso não precisemos, teremos um eu que nos auxiliará em nossa maturidade e velhice.

Esse é o ponto. A felicidade não está no dinheiro, mas em nós mesmos. O patrimônio serve para nos dar segurança para atender nossas necessidades quando for necessário e quanto maior a taxa de poupança (payin), maior a segurança. Arrisco a dizer que quanto mais ganhamos a conciência de que o dinheiro não nos traz a felicidade, mas sim segurança, mais felizes e seguros viveremos poupando ainda mais mais.

A dieta fit de quem tem o orçamento reduzido

Venho percebendo que a saída da academia e a deterioração da minha alimentação vêm apresentando seus efeitos. Uma gordura vem se acumulando na região abdominal, o que é uma droga.

Estudos recentes indicam que medir a circunferência abdominal é um exame que indica risco de câncer, diabetes e uma série de outros problemas. Resumindo, não queira ter um abdômen avantajado, porque é problema na certa.

Antigamente, eu achava que era muito simples manter a vida equilibrada: físico, mental, religioso, familiar e social. Percebi que não é não. Pelo contrário, é bem difícil, pois tudo exige foco e, por natureza, exige-se exclusividade. Como estou focado em aumentar a renda por meio de concursos, a musculação e a nutrição ficaram para trás.

Achei que a bicicleta iria destruir a gordura que iria acumular quando eu parasse de fazer academia. Enganei-me. Talvez acima da atividade física, está a questão da alimentação. Como meu orçamento está enxuto para manter a casa em ordem, sem déficit, minha alimentação ficou muito mais barata e pior.

Vamos entender alguns conceitos. Em termos de macronutrientes, temos três possibilidades de nos nutrir: carboidratos, gorduras e proteínas. Listei em ordem de exigência de trabalho para se obter energia: do mais fácil ao mais difícil.

Os Carboidrato é a fonte que dá menos trabalho pro corpo obter energia e, por isso, acaba ficando disponível mais rápido. Enseja dois pontos: se você não utilizar, há a tendência de acúmulo; deve ser utilizada preponderantemente próximo à atividades físicas. A proteína é diferente: mais difícil de ser processada e, por isso, exige mais energia do corpo.

Ora, ao comermos proteínas estamos exigindo mais do corpo do que quando comemos carboidratos. Isso por si mesmo já ajuda a manter a forma. Ademais, os músculos são criados por meio de um processo chamado síntese proteica. Não é preciso ser inteligente para sacar que para criar músculos é preciso ingerir proteínas.

Quem tem o objetivo de obter a tranquilidade financeira precisa economizar. Não deve gastar com suplementos proteicos, haja vista os bons serem de elevado preço. Quem percorre nosso caminho precisa obter seus macronutrientes de fontes baratas e de uma forma inteligente, com conhecimento.

Este post vai inaugurar um novo link no blog: Eu, fit. Nele, vou escrever minha dieta atual, bem como todos os exercícios que tenho feito, bem como se são bem sucedidos ou não. Caso eu não esteja obtendo sucesso, vou reajustar e postar. Por enquanto, não farei academia, mas apenas exercícios que possam ser feitos em casa sem equipamentos e a tradicional bicicleta.

A dieta

Pela manhã, comerei 3 ovos (temperados com sal, azeite de oliva e orégano) e uma fruta. O almoço é livre, desde que tenha um bife – pode ser de frango, de peixe ou de gado -, arroz e feijão, e vegetais, incluindo frutas, verduras e legumes. O lanche da tarde serão dois bifes de frango. O jantar, 400 ml de iogurte caseiro com aveia e granola, bem como uma fruta.

Está proibido: refrigerante, porque uma latinha possui 40g de açúcar, o que equivale a 8 saches daqueles de lanchonete; Cervejas, porque tem muitas calorias que não nutrem e ainda dificultam a absorção de outros nutrientes por fermentar as fezes; Pães e salgados;

O acompanhamento

Vou medir a circunferência abdominal todo dia 1 e observar meu corpo no espelho (essa atitude é bem melhor que a balança). Todo dia primeiro vou postar o resultado no link Eu, fit.

15 Lições que as pessoas aprendem muito tarde na vida

Nessas décadas de vida aprendi com minhas experiências (empirísmo) e com meus pensamentos, reflexos – epistêmico. Foi um aprendizado penoso e longo, mas extremamente proveitoso.

Tudo que aprendi me vem a mente constantemente em vários contextos. Levando-me a refletir novamente sobre o que aprendi e aplicar ao contexto atual. Acredito que é isso que me faz ser eu mesmo.

Vi um vídeo no Youtube esse fim de semana que consta muito do que aprendi. Incluiria poucas coisas como: ao planejar, considere apenas o que depende de você – o que depende dos outros não pode ser tido como certo; preocupe-se apenas com o que depende de você, porque o que não depende não lhe compete; e um ou outro ponto.

Seguem as 15 lições e o vídeo que explica o porquê das lições. Ele é muito bem produzido e vale a pena gastar um tempo assistindo.

Lições:

1. Everything is temporary (Tudo é temporário);
2. Life isn’t fair (A vida não é justa);
3. Family matters more than friends (A família importa mais que os amigos);
4. Others treat you the way you treat yourself, not them (Os outros tratam você da forma que você se trata, não os outros);
5. The sacrifices you make today will pay dividends in the future (O sacrifício que você faz hoje pagará dividendos no futuro);
6. Sacrificing your health for success or wealth isn’t worth it (A riqueza deve ser buscada lado a lado com a saúde);
7. Fear of embarrassment or criticism stopped you from being who you really are (seja você mesmo e não se preocupe com a opinião alheia);
8. Things don’t matter that much (Releve o que não tem tanta importância);
9. Even the longest night was followed by a morning (Tudo passa);
10. Happiness is a choice and requires a lot of hard work (Felicidade é uma escolha e exige muito trabalho);
11. This moment right now, this is you being alive this is your moment (Você está vivo hoje, não ontem, não amanhã);
12. Everyone is really out for themselves (Não queira mais do que realmente pode ter);
13. Beneath anger is always fear (Não sinta medo, pois ele te derrotará);
14. The world is bigger than you got to experience (É impossível conhecer tudo);
15. A lifetime isn’t very long (A vida é curta, aproveite).

 

Ultrapar (UGPA3) vai acabar?

Estou no final do meu dia com vontade de escrever sobre o assunto. Semana passada vi o vídeo do Viver de Dividendos sobre o fim dos postos Ipiranga evidenciando seus argumentos. Ele é um cara que, percebe-se no vídeo, tem um conhecimento muito maior que o meu, bem como um conhecimento muito maior sobre a empresa. Todavia, quero dar a minha opinião. Afinal, o blog é meu :). Antes de seguir, veja o vídeo:

Agora, trago algumas reflexões e se houver algum descasamento entre o que eu digo e o que é dito no vídeo é por que já faz alguns dias que eu o vi, então releve.

Com a greve dos caminhoneiros, fiquei com medo de ficar sem gás e liguei para minha esposa:

– Compre gás!
– Depois.
– Compre agora. Ele vai acabar!
10 minutos depois
– Que coincidência, o gás acabou.
5 minutos depois
– Liguei lá e disseram que não tem gás na cidade.

A primeira ideia que me veio a cabeça: comprar um cooktop elétrico. Ora, se ele é elétrico, não vai precisar de gás e nossos problemas estarão resolvidos. Acontece que, embora estrutura seja muito barata, esses fogões são vendidos por um preço exorbitante (deve ser um ROE do cacete): o cooktop elétrico de 4 bocas mais barato que encontrei no Bondfaro foi de R$ 1.445,30. Foto do bicho:

cooktop

Essa doeu. O fogão convencional custa cerca de R$ 300,00 e dura 10 anos. Comecei e pensar que talvez não fosse uma boa ideia. Porém, essa sensação se foi e voltei a pensar no assunto: as crianças estavam começando a emagrecer devido a nova dieta sem alimentos aquecidos :).

De repente, comecei a pensar: a energia já é tão cara e agora que estamos com a bandeira vermelha então, acho melhor deixar para lá e esperar. Esperei e estou com o gás de cozinha. Fiz algum cálculo? Não. Sinceramente, não gostei da ideia.

Os postos Ipiranga vão acabar? Um dia, com certeza! Porém, acredito estar bem longe de acontecer. Pago pouco mais de R$ 200,00 de energia por mês quando a bandeira está amarela. Quanto de energia será necessária para que um carro trabalhe? Quanto tempo de abastecimento será necessário?

Penso ser fácil combinar gasolina com álcool: basta ver a autonomia do veículo de forma comparada e ver o preço de cada combustível. Pronto, chegamos ao que apresenta melhor custo benefício.

Como vou comparar energia elétrica com gasolina? Do mesmo jeito, verifico a autonomia do carro movido à petróleo e a do carro elétrico. Pego o consumo e verifico o quanto custaria. Não fiz cálculos, mas algo me diz que o carro movida a gasolina será mais econômico.

O RI da Mahle Metal Leve, fabricante de motores de combustão interna, foi perguntado sobre sua estratégia para enfrentar os motores elétricos. Ele respondeu que não se preocupava com os carros elétricos, mas sim, que pesquisava formas de diminuir o motor e melhorar sua eficiência. Isso colocará, sem dúvidas, os planos da imatura indústria de carros elétricos em dificuldades.

O Viver afirma que em sua cidade, na Europa, os carros elétricos são abastecidos em supermercados enquanto seus proprietários fazem compras: uma mudança grande com relação ao modelo atual. Okay, mas os carros lá são mais baratos ou mais caros? A energia é mais cara ou mais barata? Qual a classe social que adquire tais carros? Se for a classe alta, aqui no Brasil nem vai conseguir entrar.

Com relação à Kodak, que foi um exemplo citado no vídeo, aconteceu algo diferente. As câmeras digitais eram mais baratas, além de mais práticas. No caso dos carros elétricos, tenho a impressão que eles são mais caros.

Enfim, acredito ter feito meu contraponto contraponto. Os postos Ipiranga não irão acabar em 10 anos.

Como se dividem os Ativos no BP – Balanço Patrimonial Parte 2

Quando as pessoas se reúnem com um objetivo específico, formam um grupo e seguem um ideal. Esse grupo possui uma organização. Com o desenrolar da economia, alguns grupos se especializaram em produzir benefícios aos seus participantes. Tais grupos são chamados de empresas ou organizações. Hoje, podemos ser sócios dessas empresas praticamente por meio do mercado de capitais.

Como visto no primeiro post desta série sobre o Balanço Patrimonial,  o patrimônio das empresas se divide em ativo e passivo. Os passivos representam a origem dos recursos, que podém advir dos próprios sócios, que subscrevem ações, ou por meio de endividamento (empréstimos). Tais recursos entram no caixa ou em algum item patrimonial e depois são distribuídos, comumente, na aquisição de ativos que manterão as atividades produtivas da entidade.

A estrutura ou A parte chata…

Em que pese os passivos evidenciarem muito sobre a perpetuidade do negócio, pondera acentuar que são os ativos que geram o valor para os proprietários, usuários, funcionários, diretores e todos que possuem participação no empreendimento. Basicamente, a legislação prevê a seguinte estrutura básica para o ativo:

1. ATIVO
1.1. ATIVO CIRCULANTE
1.2. ATIVO NÃO CIRCULANTE
1.2.1. REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
1.2.2. INVESTIMENTO
1.2.3. IMOBILIZADO
1.2.4. INTANGÍVEL

Essa enumeração funciona como uma grande estrutura de diretórios. Os seus usuários podem colocar subdiretórios dentro desses estabelecidos sem infringirem a legislação, mas entendendo o que está posto, entende-se o todo.

O ativo, como foi dito, é aplicação do rescursos: o maquinário, as marcas, os direitos ligados a propagandas, a concessões e a patentes, insumos, estoques, dinheiro em caixa, imóveis. Tudo que a empresa se utiliza para rodar.

O ativo divide-se em ativo circulante e ativo não circulante. Basicamente, a diferença é que o circulante é de curto prazo, enquanto que o não-circulante é de longo prazo. Veja, a marca Coca-cola é de longo prazo, mas o produto depende da marca. De outro lado, um dinheiro em caixa pode servir para pagar o salário mensal dos funcionários, evidenciando a sua natureza de curto prazo.

Dentro do ativo não circulante temos quatro sub-grupos: o realizável a longo prazo, o investimento, o imobilizado e o intangível. O realizável a longo prazo são, de forma genérica, direitos realizáveis após o exercício sub-sequente (depois do final do ano seguinte).

O intangível é todo ativo incorpóreo destinado à produção de riquezas da entidade como marcas e patentes. O ativo imobilizado possui a mesma função que o intangível, que é produzir riqueza, tendo como característica distinta o seu corpo, físico. Ou seja, o que produz riqueza é o imobilizado e o intangível.

A conta investimentos registra os investimentos em outras empresas, em lotes, imóveis não utilizados na produção de riquezas (não imobilizados), alguns ativos financeiros de longo prazo e outros itens que se espera uma rentabilidade real.

O caixa (Cash is king!!!)

O nome desta seção deveria ser disponibilidades, mas acho que caixa é muito mais clickbait. Sigo. Disponibilidade é todo o caixa e o equivalente ao caixa, que, em outras palavras, significa todo o recurso com liquidez imediata.

Deste modo, a denominação dada pela lei 6.404 de 1976, é usada para indicar dinheiro em caixa e em bancos, bem como valores equivalentes, como cheques em mãos e em transito, sendo estes recursos livres para aplicação imediata nas atividades da empresa. -Iudícibus

A conta caixa registra o dinheiro que há no caixa, mas há também a conta bancos, a conta títulos públicos e qualquer outra que se encaixe no conceito, pois, como visto, basta obedecer à estrutura básica. No caso do caixa e equivalentes, devem ser criadas estruturas próprias dentro do grande grupo de ativo circulante. Exemplo:

1. ATIVO
1.1. ATIVO CIRCULANTE
1.1.1. CAIXA
1.1.2. TÍTULOS PÚBLICOS
1.1.3. CONTAS CONRRENTES

Grande parte da movimentação da empresa gira em torno das disponibilidades. As disponibilidades são utilizadas para aquisição de mercadorias, de imóveis, veículos, pagar funcionários e honrar as obrigações com os credores. Literalmente, cash is king!

O estoque

Falei do caixa e agora das mercadorias por que a partir desses dois conceitos será possível introduzir uma série de posts ligados a indicadores. Estou ansioso para isso.

Acho até bobagem falar o que registra a conta estoques, mais vai lá. A conta estoques registra  o valor patrimonial das mercadorias disponíveis para venda e também pertence ao ativo circulante, pois é considerada de curto prazo.

O estoque representa o custo das mercadorias possuídas por uma empresa numa data especifica. – Álvaro G. de Oliveira

É na conta estoques que estão registrados todos os custos ligados a aquisição de insumos para produção, recursos para aquisição de produtos acabados, frete para transportá-los etc. Em suma, todos os custos incorridos na aquisição das mercadorias.

Como vimos nos estudos de DRE no site, o lucro bruto se dá da seguinte forma:

Receita Líquida
(Custo das Mercadorias Vendidas)
=Lucro Bruto

Como já dito anteriormente, o principal fundamento de uma empresa é o seu lucro e, se é pelo custo que, normalmente, conseguimos obtê-lo, é interessante entender seu conceito.

O preço orbita o valor!!!

Estava vendo um vídeo na internet que abordava a velha questão da importância ou não do preço. Tive um insight e resolvi escrever este pequeno post.

Acredito que seja de conhecimento de todos que o fluxo define o preço no curto prazo. O livro do Bazin (FALA FORTUNA COM AÇÕES) trata bem exaustivamente o assunto.

Isso significa que se um grande fundo resolver vender sua posição, uma ação ou fundo imobiliário pode cair algo como 10%, 20% e etc. Obviamente, não significa que a empresa piorou, perdeu fundamento, mas apenas que há um maior interesse pela venda que pela compra por parte do mercado naquele momento.

Recentemente, várias empresas tiveram queda em sua cotação: KROT3, UGPA3, RADL3. O fato é que algumas já se recuperaram o seu preço, outras estão em processo de recuperação de seu preço. Afinal, o valor não mudou drasticamente em nenhum dos cases.

Também entendo que todos têm ciência que, no longo prazo, o preço segue o lucro. Ou seja, quanto mais a empresa lucra com o passar do tempo, mais a cotação sobe. Caso comece a ter sucessivos prejuízos, a cotação tenderá a cair (Eternit que o diga).

Resumindo, no curto prazo o fluxo dita o preço, enquanto que no longo, lucros sucessivos ditam o preço.

Porém, no longo prazo, o preço não vai acompanhando o lucro de forma linear. O preço varia para cima e para baixo constantemente tendo como centro de atração o valor, que ninguém sabe qual é de fato. Ou seja, o fluxo SEMPRE DITA O PREÇO.

Todavia, o fluxo tende a não descasar totalmente do valor.

Quando o futuro chega, torna-se presente e, nesse presente, o fluxo domina refletindo de alguma forma o valor.

Tendo como exemplo as ações do banco Itaú, todo ano há valorização de suas ações, bem como todos os anos há lucro.

Seria possível detectar um desconto?

Ora, se os lucros se mantêm, mas o preço cai 40% como ocorreu com a KROT3. O lucro da Kroton foi um pouco menor, mas a queda em 2018 até ontem eram esses 40%. Está com desconto ou não está?

Eu entendo que sim.

NÃO SOU ANALISTA.

ISSO NÃO É UMA RECOMENDAÇÃO DE COMPRA.

ESTE TEXTO NÃO PASSA DE ELUCUBRAÇÕES DE UM PEQUENO INVESTIDOR.

 

ROI: Um estudo sobre o retorno sobre o patrimônio líquido e ao acionista

Estive pensando em investimentos e acho que agora é uma boa hora para me distrair escrevendo algo no blog, uma vez que meu filho foi internado e não posso sair de casa: estou cuidando de minha filha menor. Vou falar de algo interessante que aprendi apenas pensando sobre ROE. Isso vai me ajudar e pode servir ao entendimento de todos.

Sempre preferi empresas de alto ROE e, quanto maior o ROE, melhor eu achava que a empresa remuneraria o seu patrimônio. O ponto é que isso é de fato verdade. Qual a discussão então? O problema dessa ideia é que nem sempre pagamos o valor do patrimônio líquido no papel, ou melhor, praticamente nunca.

Estudo EGIE3 vs. SAPR11

Sempre uso o Fundamentus quando quero fazer uma análise inicial do papel e, quando quero aprofundar, utilizo os últimos releases. Estudemos o caso de EGIE3. Neste momento, a cotação é de R$ 37,64, o VPA é de R$ 11,21 e o ROE é de 27,9%. Wow! Mas que belo ROE!

Só que há um problema nessa tara por altos ROEs: o retorno é sobre o VPA e não sobre o preço que pagamos. Então, podemos acompanhar a sequência e analisar:

engie

Ano 1 -> VPA de R$ 14,34 (11,21×1,279)
Ano 2 -> VPA de R$ 18,34
Ano 3 -> VPA de R$ 23,45
Ano 4 -> VPA de R$ 30,00
Ano 5 -> VPA de R$ 38,37 (recuperamos o dinheiro em termos nominais)
Ano 6 -> VPA de R$ 49,07
Ano 7 -> VPA de R$ 62,76
Ano 8 -> VPA de R$ 80,27
Ano 9 -> VPA de R$ 102,66
Ano 10 -> VPA de R$131,31 (multiplicamos o nosso patrimônio em 11,7x)

Quando compramos uma ação por determinado preço, deixamos de possuir o dinheiro e passamos a possuir um patrimônio e o ideal é que esse patrimônio seja bem remunerado como o acima. Todavia, devemos perceber que, nominalmente, só tivemos o payback em 5 anos, uma vez que o P/VPA foi maior que 3x.

Agora vamos ver o caso de uma boa empresa que possua um ROE bem menor. Pokemom Cachorro, eu escolho você!!! (copiado do Viver de Construção). Brincadeiras a parte, escolho SAPR11 para comparar com EGIE3. A Sanepar está cotada a R$ 59,48, tem o VPA de 51,14 e possui um ROE de 13,3% (menos da metade de Engie).

sanepar

Ano 1 -> VPA de R$57,94 (51,14×1,133)
Ano 2 -> VPA de R$65,65 (recuperamos o dinheiro no início do ano 2)
Ano 3 -> VPA de R$ 74,37
Ano 4 -> VPA de R$ 84,27
Ano 5 -> VPA de R$ 95,47
Ano 6 -> VPA de R$ 108,18
Ano 7 -> VPA de R$ 122,57
Ano 8 -> VPA de R$ 138,87
Ano 9 -> VPA de R$ 157,33
Ano 10 -> VPA de R$  178,26 (multiplicamos o nosso patrimônio por x3,5)

O P/VPA (preço sobre valor patrimonial) de Sanepar (1,26x) é infinitamente menor que o de Engie (3,35x) e a consequência é que o payback da companhia de saneamento se dá pouco mais de 1 ano, enquanto que o da geradora, dá-se em 5. Percebemos que, matematicamente, há uma tendência de termos o retorno de um  investimento em tempo muito menor quando o múltiplo P/VPA é menor.

Todavia, no longo prazo, há uma tendência do retorno ser maior para a empresa com maior ROE. Percebemos que em 10 anos, Engie (11,7x) aumentou o patrimônio mais de 3 vezes que Sanepar (3,5x).

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Engie golpeando Sanepar no longo prazo

Certo. Isso significa que devemos apostar em altos ROEs ou baixos P/VPA? Bem, pagar um baixo P/VPA, ao meu ver, não significa que você é um gênio das finanças por ter achado o papel, mas que você está diminuindo o seu risco, uma vez que tende a ter um retorno em menos tempo mesmo com um ROE inferior a outras opções.

Já, ao escolher um ROE maior, está pensando em obter retorno patrimonial no longo prazo. Como sabemos, em tese, quanto maior o prazo do investimento, maior o risco. Cabe ressaltar que, no caso de renda variável, não há uma negociação das taxas e, caso as características da empresa comece a desagradar, basta vendê-la e encerrar a posição.

ROE, VPA e rentabilidade

Neste post, pudemos observar que o ROE possui uma relação muito grande com o P/VPA. Não que seja um indicador perfeito, mas, recentemente, descobri que é utilizado por ninguém menos que Luiz Barsi Filho, que é um dos heróis da bolsa brasileira.

Lembro que o Barsi comprou BBAS3 com P/VPA inferior a 1. Para mim (e para ele!!!) é óbvio que ele teria o retorno muito rapidamente. Só com essa jogada, ficou alguns milhões mais rico. Grande player!

Utilizei este critério apenas em dois calls: ITSA3 e SAPR3. Quer saber? Fui muito feliz as duas vezes. Haters do P/VPA a parte, funcionaram muito bem pra mim. Funciona sempre? Óbvio que não, pois caso contrário, seria fácil demais.

Lembro-me que tanto ITSA3, quanto SAPR3 estavam com o P/VPA menores que o ROE somado a 1 e isso me chamava muita atenção: compre-me!!! estou muito barato!!! O resultado foi os melhores que eu tive com relação aos outros critérios. Sorte? Talvez…

A minha visão foi a seguinte: se o ROE + 1 for superior que o P/VPA, o retorno é quase certo. Em ITSA3, tive um retorno, em termos patrimoniais, de cerca de 50% fora os vultuosas dividendos. Já, a agora, SAPR11, tive o retorno de cerca de 35% fora os dividendos. Ou seja, nas duas vezes que utilizei este critério performei excepcionalmente.

Além desses casos, não faz muito tempo, apliquei o mesmo critério em EZTC3. Não comprei o papel, que estava com P/VPA menor que 1!!! Para quem comprou o excelente call, o P/VPA já supera os 1,33x (valorização de quase 40% do P/VPA inferior a 1) e dividend yield de 17%.

Entendimento da comparação CDI vs. ROE

Vejo muitos colegas comparando o ROE com o CDI: há, o ROE é maior que o CDI, então passa nos meus critérios. Acho que pra quem leu o post até aqui será capaz de entender que somente será possível comparar o ROE com o CDI se o P/VPA for próximo de 1.

Caso o CDI seja de 7% ao ano, patrimonial e matematicamente, teríamos um retorno maior com uma empresa com o P/VPA igual a 1 e o ROE igual a 7%, uma vez que a renda fixa possui imposto de renda.

Agora, saber se vão pagar P/VPA maior que 1 é outra história. Afinal, estamos falando de renda variável. Neste mundo, nada é certo.

Empresas com o ROE+1 é superior ao P/VPA

Coloquei os seguintes critérios no Fundamentus:

  • P/L maior que 0;
  • EV/EVBIT maior que 0;
  • Liquidez maior que 10000;
  • P/VPA: maior que 1 e menor que 1,2; e
  • ROE: maior que 0.1.

Assim, obtive a seguinte lista: EALT4 (P/VPA 1,2x, ROE 33,89%), CCPR3 (P/VPA 1,18x, ROE 17,36%), SAPR4 (P/VPA 1,03x, ROE 13,32%), TRPL4 (P/VPA 1,01x, ROE 12,43%), SAPR11 (P/VPA 1,16x, ROE 13,32%), QGEP3 (P/VPA 1,04x, ROE 11,49%), CGRA3 (P/VPA 1,13x, ROE 12,02%) e CGRA4 (P/VPA 1,16x, ROE 12,02%).

Caso formos seguir o critério de preferência de ações ordinárias, as únicas candidatas seriam CCPR3, CGRA3 e QGEP3. No caso das duas primeiras, o payback em termos patrimoniais ocorreria em pouco mais de um ano, enquanto que no caso de QGEP3, seria em pouquíssimo tempo.

Conclusões

Não podemos achar que existe uma fórmula para entender a geração de riqueza no mundo, tampouco acreditar que podemos prever o futuro tendo em mãos apenas o passado. Porém, é interessante ter o entendimento de alguns indicadores para pelo menos diminuir a chance de erros em nossa vida de investidor. Até a próxima!