Aporte #12/360. Mais BTC.

Fiquei muito impressionado com a minha pequena experiência com Bitcoin: depositei R$ 100,00 na corretora e uma semana depois eu possuia R$ 130,00. Muitos dizem que o Bitcoin é uma bolha e muitos dizem que está com o preço muito menor do que pode valer.

Se as criptomoedas são bolhas, eu não sei, mas é óbvio que se afiguram como uma grande assimetria. Existe a possibilidade de se perder todo o capital investido no pior caso e multiplicar por 10x, 20x, 30x no melhor caso. Quem vai saber? Eu não sei, mas lá vai eu.

Ter adquirido essa pequena fração foi bom pra que eu tivesse a noção do que rola no mundo das criptos. Entendo bem a tecnologia, mas muito pouco do mercado. Então, nessas férias, acompanhei bem de perto. Gostei do que vi: muito hype e especulação. Acha investir em ações arriscado? Experimente criptomoedas!

Como decidi aportar mais, fiz o primeiro teste de resgate de bitcoins para uma carteira JAXX. Até agora não apareceu a fração no aplicativo, mas foi por isso que resolvi experimentar o Bitcoin com pouco dinheiro. Afinal, não sou rico para testar com alguns milhares de reais. Resumindo, temos que pagar a taxa da corretora e a taxa de prestação de serviço da rede chamada de FEE, que varia conforme a demanda.

Sei que de R$ 130,00 ficaram presos R$ 31,00 na corretora por ser uma fraça pequena demais e foram enviados à minha carteira algo próximo de R$ 81,00 (preciso confirmar!). Ou seja, a taxa foi algo próximo de R$ 20,00.

Com relação à Foxbit, a taxa é fixa e não proporcional. Isso significa que não vale a pena ficar sacando constantemente, mas sim juntar determinado montante e sacar quando atender ao critério. Quanto ao FEE, pondera acompanhar os níveis de transações na rede para não ter sustos com as tarifas.

Bem, fiz o aporte de R$ 682,00 tudo em Bitcoin. Pretendo sacar trimestralmente para diluir a taxa da corretora. Eu até me acho meio ridículo. Há pessoas com mais de 1.000 BTC e eu tenho fração de um, mas com ações e FIIs as coisas têm sido do mesmo jeito.

Meu plano é comprar BTCs até o final do ano e zerar a posição. Se o dinheiro for multiplicado por 2, já me considero com muita sorte. Enfim, já falei demais. Abraço! Sigamos construindo um patrimônio.

 

Ativo Quantidade
Bitcoin 0,02034506
ABCP11 336
EGIE3 300
FFCI11 16
FIGS11 65
FIIP11B 23
FLRY3 200
GGRC11 30
IRBR3 300
ITSA3 1.000
MXRF11 1
ODPV3 600
SAPR11 200
VISC11 9
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O pequeno grande aporte #11/360. Welcome to Blockchain

Hoje fiz coisas que queria fazer desde o início do ano: me cadastrei em uma corretora de Bitcoin e fiz minha primeira compra: pouco mais de 0,003 BTC, que corresponde à R$ 100,00. Agora também sou moderno! Embora a minha rentabilidade tenha sido negativa nesse primeiro dia, estou muito esperançoso com o ano de 2018.

Conforme o Bitcoin vá se popularizando e recebendo o suporte de empresas do setor financeiro, mas ele vai se tornando a criptomoeda padrão, ou melhor, mais ele se mantém como padrão, já que possui mais da metade do market cap. das criptomoedas.

Digo o pequeno grande aporte por que acredito no potencial do Bitcoin, bem como acredito que o bonde ainda não tenha passado, mas está apitando chamando seus últimos passageiros, pois não quer deixar ninguém para trás. Por enquanto, tenho chance de perder R$ 100,00 ou de obter R$ 1.000,00. Esse é o meu target, 10x em 2018.

Mexi bastante na carteira esses dois últimos meses. Fiz muita sardinhada, mas pra minha sorte e para evitar a ira de minha esposa, fiz tudo certo e sempre tive algum proveito. Porém, mesmo me esforçando, parece ser quase impossível alcançar a independência financeira, então é ai que o Bitcoin entra: minha chance de acelerar o alcance.

 

Ativo Quantidade
Bitcoin 0,003
ABCP11 336
EGIE3 300
FFCI11 16
FIIP11B 23
FLRY3 200
GGRC11 30
IRBR3 300
ITSA3 1.000
ODPV3 600
SAPR3 (indo para SAPR11) 1.000
VISC11 9

Bitcoin: Você precisa ter um!

Há alguns meses atrás, estava conversando com um grande amigo. Uma pessoa de extrema inteligência. Ele dizia-me que havia vendido um lote que estava financiado e que seu pai havia brigado muito com ele por que era assim que ele mesmo adquirira um bom nível de vida e ele deveria fazer o mesmo: acumular imóveis.

Meu pai seguiu o mesmo caminho e conseguiu até bastante coisas. Funcionou para ambos a mesma fórmula: acumular imóveis para renda ou para ganho de capital, no caso de lotes. Lembro também uma colega que disse que o pai havia comprado lotes por mixaria e, alguns anos depois, cada lote valia mais de R$ 1.000.000,00. Eu mesmo já vi isso acontecer diante os meus olhos.

Se você chega em uma cidade que está no início de sua fundação, você pode comprar qualquer imóvel por um salário e receber troco. Já vi várias cidades no início, algumas crescem, outras “encruam” como diz minha sogra. Nas cidades que encruam, nem adianta tentar vender, sendo bem melhor esquecer que algum dia colocou algum trocado que seja nela. Porém, se a cidade crescer, você tirou a sorte grande! Olhe-se no espelho e diga: o mais novo milionário deste país!

Hoje, vejo uma oportunidade semelhante, mas não está sobre a terra, não tem matéria, é algo incipiente: o Bitcoin. Há alguns anos custava alguns poucos reais, eu vi valendo R$ 3.000,00 e hoje, no bitvalor.com está cotado em R$ 26.000,00. Vi o Viver de Construção dizendo em algum post de seu blog que já havia perdido o bonde. Certamente ele tem mais conhecimentos que eu, mas devo discordar. Acredito que o bonde está aguardando seus passageiros para uma bela viagem.

Acredito que a criptomoeda continuará sua escalada ascendente por muito tempo em escala logarítmica. Lembro que quando um país da América do Sul, salvo engano é a Venezuela, começou a sofrer com um cenário hiperinflacionário, boa parte dos cidadãos começaram a utilizar o Bitcoin como reserva de valor e a consequência foi a valorização expressiva da criptomoeda em meados de 2017.

Agora, em Zimbábue, as forças armadas tomaram o poder no país, o que ensejou uma valorização gigantesca da criptomoeda no país e arrastou uma valorização mundial, uma vez que a oferta da moeda é mundial, livre, digital, virtual, não tem fronteiras ou barreiras.

Crises no Zimbábue e na Venezuela mostram poder do Bitcoin como o “ouro digital” – Infomoney, 17 nov, 2017

E se um grande país iniciar um uso massivo da criptomoeda, onde ela não irá chegar? No Brasil, estima-se que menos de 1% da população invista em ativos financeiros. Aparentemente, nem a metade disso possui criptomoedas. Quando esse cenário mudar, acredito em uma crescente explosão da moeda digital.

É um caso econômico básico: oferta e demanda. Enquanto só existem 21 milhões de Bitcoins no mundo, a demanda cresce, engendrando a valorização. Caso eu esteja errado e essa “cidade” não seja a que vai florescer, certamente perderei algum dinheiro. Entretanto, caso eu esteja certo, farei a alegria de meus cabelos brancos quando eles chegarem, bem como a de minha descendência.

Obviamente não posso utilizar R$ 20.000,00 para comprar um Bitcoin, mas posso aportar mensalmente para ir comprando frações de Bitcoin. Por um momento me peguei pensando: e se ele valorizar tanto que com meus aportes eu nunca consiga comprar um Bitcoin inteiro? Logo eu pensei: ÓTIMO!!! Estou rico com meio Bitcoin! 🙂

Já escrevi um post técnico sobre o assunto aqui no blog, mas me senti na obrigação de falar sobre isso. Semana que vem faço a minha primeira compra de Bitcoin. Comprarei bem pouco apenas para fazer um teste: comprar e transferir para minha carteira, bem como fazer backup das palavras chaves para posterior recuperação em caso de perda. Durante o ano de 2018, pretendo aportar basicamente em criptomoedas.

Espero que essa cidade chamada Blockchain floresça. Se quiser comentar sobre alguma experiência ou dúvida. Fique à vontade.

 

Bitcoin e Blockchain – O que é, funcionamento e aplicações

Há muito ouço falar de Bitcoins e, por isso, sabia que um dia eu deveria estudar o assunto, uma vez que parece ser uma tendência. Sabia que se tratava de uma moeda digital, mas não conhecia nada além disso.

Um dia desses cai em uma grupo que tratava do tema cryptomoedas e em toda mensagem havia pelo menos algum substantivo que eu não tinha a mínima ideia do que se tratava. Além disso, havia todo tipo de notícias que previam altas estrondosas, bem como outras que prediziam uma grande baixa, que criava uma oportunidade de compra.

Nada que eu ouvia falar me ajudava a entender esse mundo do dinheiro digital até que então, enviaram-me um livro intitulado Bitcoin – A moeda na era digital, que era escrito por Fernand Ulrich. Comecei a ler e fui surpreendido. O Bitcoin tinha ganhado a minha atenção!Lembro-me que na escola foi me ensinado que, no início da humanidade, as pessoas produziam para sua subsistência. Num segundo momento, as pessoas começaram a praticar o escambo.

Em algum momento, convencionou-se utilizar o ouro como moeda de troca. Imagine se uma comunidade queria adquirir uma tonelada de feijão. Teria que transportar uma tonelada de arroz para fazer o escambo? Pouco prático. Com o ouro, bastariam algumas gramas para comprar todo o arroz. Fantástico! O ouro era a moeda da época.

Hoje, o dinheiro é utilizado como era utilizado o ouro. Você precisa de uma fruta? Basta pagar com dinheiro na feira. Você precisa enviar dinheiro para alguém de outro estado? Basta fazer uma transferência bancária. Afinal, todo nosso dinheiro está no banco.

Bitcoin – O que é?

Você não odeia ter que pagar tarifas bancárias? Pacotes? Cestas? Teds? Essa semana um colega meu disse ter vergonha por estar pagando cerca de R$ 50,00 por mês só de tarifa. Aqui entra o Bitcoin. Essa cryptomoeda é completa, haja vista contemplar também um sistema de pagamentos independentes de bancos ou governos.

BITCOIN É UMA MOEDA DIGITAL peer-to-peer (par a par ou, simplesmente, de ponto a ponto), de código aberto, que não depende de uma autoridade central. Fernando Ulrich.

Desse conceito, podemos trabalhar vários pontos neste texto. O primeiro deles é que o Bitcoin é uma moeda digital. No início, eu pensava: ora, meu dinheiro está no banco, logo é digital. Não é a mesma coisa. O Bitcoin é uma MOEDA DIGITAL. Eu pago tarifas, pois vivo com Reais em minha CONTA BANCÁRIA. O Bitcoin é uma moeda digital que fica em uma carteira digital privada. Ou seja, não preciso de intermediários como bancos, operadoras de cartão de crédito e várias outras empresas que existem no mercado financeiro. O dinheiro vai da minha carteira para a sua carteira: SEM INTERMEDIÁRIOS.

O Bitcoin tem código aberto. Isso significa apenas que qualquer pessoa com conhecimentos em programação pode examinar o código e ver como o Bitcoin funciona. O código é seguro, pois as pessoas acreditam nele para depositar seu patrimônio.

Por fim, o Bitcoin não depende de uma autoridade central. Então, quem garante o controle dessa moeda? O Blockchain! Bem, essa parte deixarei para explicar mais adiante, pois essa tecnologia é tão interessante quanto o próprio Bitcoin. Alguns afirmam que é uma revolução dentro de uma revolução.

Agora, para resumir toda essa ideia, recomendo o leitor assistir o seguinte vídeo de Fernando Ulrich:

Ótimo. Pavimentada a ideia do Bitcoin, vamos à do Blockchain.

Blockchain – O que é? Para que serve?

Imagine uma imagem que alguém lhe afirme que valha R$ 100,00 no mercado. Qualquer pessoa faria cópias estiljo Ctrl + C e Ctrl + V e reutilizaria esse arquivo várias vezes. Com o Bitcoin, isso não é possível, uma vez que cada criptomoeda é única e sua propriedade é conhecida por todos no mercado.

Quando compramos um imóvel, a primeira coisa que devemos fazer é ir a um cartório e verificar a situação daquele bem através de certidões. Cada imóvel é único e, ao questionar ao cartório a situação, todos terão a mesma resposta sobre quem é o proprietário do bem. Após a compra, devemos registrar a escritura e todos que consultarem no cartório saberão quem é o novo proprietário.

O Blockchain possui a mesma utilidade que os cartórios. Blockchain  é um arquivo de computadores onde é registrado o proprietário de um Bitcoin específico e todas as transações históricas daquela moeda. Ou seja, todo Bitcoin tem um dono e sua transferência de propriedade é registrada no Blockchain.

Tal arquivo é mantido em uma rede de computadores que se dedicam a minerar Bitcoins realizando operações matemáticas complexas. Ao mesmo tempo que recebem em forma de Bitcoins, mantém as cópias do Blockchain. Abaixo, trago um vídeo que encontrei no youtube explicando de forma extremamente didática o funcionamento do Blockchain.

O número de Bitcoins é limitado. Isso implica não ser possível inflacionar produtos, pois não é possível “imprimir” mais moedas como acontece com as moedas oficiais dos países. A inflação é o imposto dos impostos, além de invisível, cria a exigência de sempre aplicarmos nossas economias a fim de mantermos o nosso poder de compra.

As transações (transferências e pagamentos) fazem uso de criptografia. Embora eu seja profissional da área de tecnologia, não entrarei em detalhes. Basicamente, cada participante da rede possui duas chaves, um pública e outra privada. A chave privada somente é conhecida pelo proprietário, enquanto que a chave pública é conhecida por todos. Quando ocorre uma transação entre usuários, quem está cedendo os fundos assina com sua chave privada e com a chave pública de quem irá receber os fundos. No blocos são registrados os dados de quem envia o fundo, de quem recebe, o valor, a data e a hora.

De onde os Bitcoins vêm? Quem são os mineradores?

Os mineradores são usuários quem utilizam seus computadores para resolver problemas matemáticos e ganhar Bitcoins por isso. É dessa forma que novos Bitcoins são introduzidos na economia. Todavia, há um limite de alguns milhões de Bitcoins. Ao resolver problemas matemáticos, os mineradores possuem uma prova disso, que é chamada de proof of work. Com a prova, reigstra um novo Bitcoin no Blockchain. Dessa forma, recebem não só para introduzir novos Bitcoins, mas principalmente para manter o próprio Blockchain.

No livro do Fernando, ele afirma que a mineração da moeda foi projetada para simular a procura por ouro. Não é uma tarefa fácil, mas quando concluída, traz bom retorno. O Bitcoin foi projetado para ter no máximo 21 milhões de unidades no mundo. Isso significa que não é possível inflacioná-lo.

As transações com Bitcoins não são rastreáveis?

Há uma falsa ideia de que as transações com Bitcoins não são rastreáveis. Todavia, todas as transações, como dito, são registradas com as chaves públicas dos usuários com data e hora. O Blockchain tem em seus registros todas as transações feitas na história do Bitcoin. Assim, é possível rastrear por onde passou qualquer delas.

Portanto, se algum país exigir a identificação para realizar uma transação ao regulamentar uma moeda no país, basta exigir chaves registradas.

Quais as vantagens da utilização de Bitcoins?

A primeira delas é não necessitar de um terceiro como uma banco, como a Cielo ou mesmo o Paypal. Não há pagamento de tarifas, não há serviços. Além de propiciar uma privacidade maior, não gera custos. Acredito até ser por isso que a ITSA3 tem diversificado seus investimentos. Ninguém consegue prever o futuro dos bancos.

Onde estão os Bitcoins?

Os Bitcoins são arquivos como quaisquer outros e, portanto, se seu proprietário o apagar, ele estará perdido como um papel moeda rasgado. Restará o histórico no Blockchain, mas não poderá mais ser transferido. Ou seja, os Bitcoins estão em propriedade de seus donos em forma de arquivos digitais.

Considerações Finais

Fico por aqui. Até agora já esclareci muitas das minhas duvidas sobre Bitcoin. Essa semana, talvez experimente especular. Vi que o book se movimenta muito lentamente. Enfim, gostei da tecnologia. Porém, a sua volatilidade ainda é preocupante.