Muitos de nós crescendo acreditando que as vezes é melhor tomar um empréstimo para obter algo ou mesmo que utilizar o cartão de crédito é uma boa ideia, mas o fato é que a pessoa física deve utilizar apenas os recursos que possui. Falamos bastante sobre isso nos Melhores Conselhos de Finanças Pessoais.

As empresas fazem uso de um conceito de administração financeira chamado estrutura de capital. Nela, por vezes, é melhor utilizar o capital de terceiros (pegar empréstimo) do que utilizar o capital próprio quando o primeiro possuir um custo menor que o último. No caso das pessoas físicas, simplesmente, o melhor a fazer é nunca tomar um empréstimo: esse é o principal conselho.

Utilize apenas o dinheiro que você possua. Se for necessário financiar uma casa para a terceira idade, faça-o, mas somente nesse caso compre algo com um dinheiro que você não possui.

Entretanto, nem sempre é possível pagar o que consumimos de forma instantânea. Basta lembrar das contas de água, a conta de luz, a escola das crianças, o aluguel e etc. Então, o que fazer se as vezes somos obrigados a ter dívidas?

Pois bem, depois te ter passado anos na corrida dos ratos e tendo que administrar uma dívida crescente, agora sou uma pessoa com dívidas em queda (de muitas, agora tenho apenas uma) e com uma taxa de poupança crescente: comecei com 5%, passei para 10 e, atualmente, está em 20%. Pretendo aumentar a minha renda para poupar 50% e, ainda assim, consumir um pouco mais (esse é outro papo, voltemos ao que pagar primeiro).

Bom, vou passar uma ideia geral em forma de guia numerado do que deve ser pago primeiro e o que deve ser pago por último.

  1. O Financiamento de carro ou casa. Com exceção da casa para viver a terceira idade, não recomendo financiamento. Todavia, muitos de nós já temos um. Eu mesmo já financiei uns 3 carros nessa vida. Enfim. Se tiver um financiamento, pague primeiro. A jurisprudencial atual é totalmente favorável ao banco e mesmo se tendo atrasado apenas uma parcela, o banco pode lhe tomar seu carro ou casa. Já aconteceu com um carro meu e contei a história neste post;
  2. O Mercado. Quando digo mercado, quero dizer o mercado em que adquire carne, verdura, frutas, produtos de limpeza e etc. Quando nos endividando, acabamos por ter uma notinha. Pague, caso contrário ficará sem crédito e, quando seu dinheiro acabar DE NOVO, não te cederão produtos;
  3. A conta de água e luz. Quem vive sem água ou luz? No meu caso, que tenho família, não imagino o que seria alguns dias sem água ou luz. Quando a energia acaba por 1 hora ou menos já é um grande transtorno, imagine por dias;
  4. Os empréstimos. Tomos queremos investir para ter retorno financeiro, mas quando devemos, quem tem retorno é o banco. Quando não pagamos uma dívida em um mês, a parcela do mês atual se soma à do mês seguinte acrescida de juros. Essa é a bola de neve ao contrário. Pague os empréstimos;

No caso de se estar devendo muito, é interessante garantir o transporte por meio de uma bicicleta, porque elas podem atingir uma grande distância em um período relativamente curto de tempo. Assim, a chegada ao trabalho, a principal fonte de renda, estaria garantida.

Não recomendo investir nessa situação, mas pelo contrário. Se houver investimento ou uma reserva de emergência, é uma boa hora para organizar as contas. Assim, a disciplina de investimento estaria garantida de forma sustentável.

Pense bem e tome suas decisões. Lembre-se que você sofrerá as consequências de suas decisões e, se possuir família, eles também pagarão pelos seus erros. Controle suas finanças. Boa sorte.

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