Aporte #28

Comprei 10 ações ROMI3, 12 ações MULT3 e 2 ações KLBN4.

A carteira Clear ficou:

ENBR3 1 EQTL3 1 GNDI3 1 HAPV3 1 KLBN4 6 MULT3 43 ROMI3 20

Já a carteira Socopa ficou assim após FLMA11 inchar mais com dividendos:

ABCP11 151 ABEV3 19 ALZR11 1 ARZZ3 18 BBAS3 15 BBDC3 37 BCRI11 1 BIDI4 4 CCRO3 67 CIEL3 41 EGIE3 37 FFCI11 1 FIIB11 5 FLMA11 1.438 FLRY3 200 FRAS3 100 FVBI11 1 GGRC11 1 GRLV11 1 GRND3 70 HGBS11 1 HGJH11 5 HGLG11 1 HGRE11 1 HGRU11 1 HTMX11 1 HYPE3 100 IRBR3 300 ITSA3 623 JSRE11 1 KNRI11 1 KROT3 61 LEVE3 19 LREN3 11 MALL11 5 MDIA3 100 MGLU3 2 MXRF11 52 PQDP11 1 PSSA3 8 RADL3 15 RBRR11 2 SAPR11 200 SHPH11 1 TAEE11 25 UGPA3 36 VILG11 1 VRTA11 1 WEGE3 25 XPIN11 1

Uber – A verdade em poucas palavras

Conversando com vários motoristas, percebi que existem dois tipos: a) O que diz que é ótimo; b) O que diz que é péssimo.

Os que dizem que é bom, logo querem compartilhar um link para sermos seus “afiliados”, que é um espécie de indicação.

Essa indicação faz com que eles ganhem cerca de R$ 300,00 por novo motorista indicado.

Os que dizem que é ruim mostram quanto eles faturam, que é bem pouco, mesmo trabalhando o dia inteiro.

Quem diz a verdade?

Prefiro acreditar em quem mostra os dados. Como dizem, “contra números não há argumento”.

Será que quem diz que é bom não quer simplesmente ganhar seu dinheiro na “venda” de motoristas? Por que não mostram os dados?

Por que dizem que ganham tanto?

Conheci um motorista que disse que pagava um Up! novinho e mantinha a família somente como motorista de Uber. Acho que é possível, mas é também improvável. Quer o link pra se tornar motorista????

Um camarada que, foi sincero até demais a todo momento me buscou ontem no trabalho. Pensei: essa é a minha chance!

Perguntei, a Uber paga bem?

“Não! Trabalho o dia inteiro com algumas pequenas pausas e tiro R$ 90,00 limpo por dia”. Limpo no sentido de tirar a grana da Uber e o da gasolina. Imagine se tirar a manutenção como pneus, óleo, filtros e outras peças que se desgastam.

Meu veredito é que a Uber paga muito pouco e para comprovar, vou fazer um teste no próximo semestre para tirar a prova.

Como gastar menos do que se ganha

“Ao viver abaixo dos seus meios você cria um ambiente artificial de escassez que não lhe permite gastar o dinheiro que deve ser poupado.” Trecho retirado do livro O Caminho para a Independência Financeira.

Todos sabem que a única forma de se enriquecer é acumular patrimônio. Porém, para um assalariado ou mesmo um pequeno empreendedor, acumular patrimônio para ser algo longe da realidade devido nunca sobrar dinheiro ao final do mês.

Não sobrar dinheiro é algo esperado, uma vez que os desejos humanos são infinitos e, sempre que houver recursos, tenderemos ao consumo esgotando nossos recursos mensais.

Existem dois caminhos mais populares para acumular patrimônio:

  • Utilizar um orçamento; e
  • Pagar-se primeiro.

A ideia de se usar um orçamento é a mais conhecida das formas e também a que exige mais esforço. Consiste em definir os gastos esperados em todas as áreas da vida e tentar gastar menos do que o definido no orçamento.

Pagar-se primeiro não é uma forma tão conhecida de acumular patrimônio, mas é a minha preferida. Consiste basicamente em definir um percentual que será poupado e, assim que receber a sua renda, enviar para a corretora para comprar ações, fundos imobiliários, títulos públicos ou outros títulos.

Separar um percentual e comprar ativos todos os meses além de diminuir a sua necessidade mensal de recursos, vai aumentar a quantidade de recursos disponíveis para serem consumidos ou gerar renda.

No livro O Milionário Mora ao lado, o autor destaque que a maioria dos milionários levam uma vida simples: incluindo suas moradias, carros, roupas, alimentos e passatempos. Ou seja, o rico não parece ser rico.

Quem vive de ostentação financiando carros importados e grandes residencias tendem a ser escravizados por suas dívidas e no fim, apenas viverão para pagar contas.

O verdadeiro milionário gasta menos do que ganha e leva uma vida simples de aparente escassez, mas abundância fática.

Portanto, pague-se primeiro.

Aporte #27

Hoje comprei, já sem pagar corretagem, 15 papéis:

10 Multiplan

2 Indústrias Romi

3 Klabin

A carteira da Clear (nova) ficou assim:

ENBR3 1 EQTL3 1 GNDI3 1 HAPV3 1 KLBN4 MULT3 31 ROMI3 10

Já a carteira Socopa ficou assim após FLMA11 inchar mais com dividendos:

ABCP11 151 ABEV3 19 ALZR11 1 ARZZ3 18 BBAS3 15 BBDC3 37 BCRI11 1 BIDI4 4 CCRO3 67 CIEL3 41 EGIE3 37 FFCI11 1 FIIB11 5 FLMA11 1.412 FLRY3 200 FRAS3 100 FVBI11 1 GGRC11 1 GRLV11 1 GRND3 70 HGBS11 1 HGJH11 5 HGLG11 1 HGRE11 1 HGRU11 1 HTMX11 1 HYPE3 100 IRBR3 300 ITSA3 623 JSRE11 1 KNRI11 1 KROT3 61 LEVE3 19 LREN3 11 MALL11 5 MDIA3 100 MGLU3 2 MXRF11 52 PQDP11 1 PSSA3 8 RADL3 15 RBRR11 2 SAPR11 200 SHPH11 1 TAEE11 25 UGPA3 36 VILG11 1 VRTA11 1 WEGE3 25 XPIN11 1

Só mais uma coisa….

… Eu adoro um bullmarket!!!

Estudo sobre as Indústrias Romi3 – Os releases dos últimos 10 anos sintetizados

Os equipamentos que as Indústrias Romi comercializam têm me chamado muito a atenção. Considerando a retomada da economia, que em algum momento tem que sair, a demanda por tais insumos e equipamentos devem crescer conforme a confiança dos investidores for crescendo e a realidade reforçar essa confiança.

Tendo em mente a premissa de “investir apenas naquilo que conheço”, resolvi estudar os resultados da empresa dos últimos 10 anos. O que percebo é que quando a receita aumenta, há a dissolução dos custos fixos e o lucro cresce em uma proporção bem maior.

Pretendo estudar e reportar trimestre por trimestre neste post em ordem crescente. Seguem os trimestres de 2009, sendo os últimos os trimestres de 2019. Dessa forma, será possível pular os trimestres em que não há interesse. Espero que o post seja útil e economize algum tempo do leitor.

1T09

Na época, depois da crise mundial de 2008, mesmo o presidente, à época se referir a ela como uma “marolinha”, a Romi sentiu o impacto, haja vista os pedidos de seus produtos terem caído drasticamente e boa parte da carteira de clientes originarem do exterior.

A empresa se situa no início da cadeia produtiva e exibe um gráfico da Fiesp que registra a queda de demanda de artigos ligados à metalurgia básica, veículos automotores, artigos de plástico e borracha, máquinas e equipamentos, bem como de produtos de metal.

Com a retração da atividade econômica e de pedidos, a companhia revisa as perspectivas para 2009 para baixo.

2T09

Em que pese tenha havido um aumento de encomendas das máquinas-ferramentas e máquinas-sopradoras em comparação ao trimestre anterior, em comparação ao trimestre do ano anterior, há uma quena de cerca de 100% do lucro.

Aparentemente, devido a, à época, recente crise financeira internacional, os pedidos das máquinas e fundidos tiveram redução, explicando o comportamento do lucro.

Após a análise desses dois releases, já é possível perceber a grande sensibilidade das Indústrias Romi no que tange ao nível de confiança da indústria. A suspeita sobre aumento ou retração da economia impacta imediatamente os resultados da instituição, que está no início da cadeia.

Também é interessante notar a modificação dos países de destino das vendas. Tal modificação deve-se, provavelmente, devido à Crise do Subprime. A receita do mercado exterior caiu cerca de 40% e se modificou dramaticamente.

Em que pesem tais questões, o caixa da companhia iniciou o trimestre com (em mil) 73.260 e finalizou em 94.676.

3T09

Aqui, novamente a carteira de pedidos cresce em relação ao trimestre anterior, mas diminui em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Exceto as máquinas para plástico que tiverem crescimento em ambas as comparações.

4T09

O quarto trimestre de 2009 evidenciou que houve um aumento da demanda por seus produtos, registrando alta da carteira de pedidos trimestre após trimestre.

O grande destaque do trimestre foi o crescimento de 727,4% de pedidos de máquinas para plástico – em relação à 4T08, devido, segundo à empresa, ao aquecimento do setor de consumo da economia doméstica, bem como à política de financiamento de bens de capital.

Em que pesa a recuperação do lucro em 2009, que foi ligeiramente inferior à 2008, a entrada de pedidos ficou muito aquém, exceto para as máquinas para plástico, cujo o principal demandante é o setor de embalagens.

Por fim, registra-se que o caixa terminou o trimestre com quase o triplo de seu início.

1T10

Finalmente, comparando se trimestre contra trimestre, os pedidos registraram um crescimento de 91,5%. Consequentemente, o EBITDA avançou 287% em relação à 1T09.

No gráfico acima, a Fiesp projeta a recuperação da atividade econômica, bem como da atividade industrial. A entrada de pedidos vai confirmando os indicadores.

No que tange à distribuição dos pedidos em carteira, nota-se um aumento da importância do negócio máquinas para plástico.

É notável o aumento da margem bruta da unidade de negócios máquinas-ferramentas, que atingem 41%. Nas máquinas para plástico, a mesma margem atinge cerca de 36%. Porém, é o tipo de máquina que mais tem crescido a demanda. Já os fundidos, quase commodities, possuem margem bruta de um dígito.

2T10

Novamente a receita tem um bom crescimento tanto em comparação a o trimestre anterior, quanto ao mesmo trimestre do ano anterior.

As máquinas para plástico, novamente, tem um forte crescimento, que é de quase 90% em relação ao trimestre anterior.

Devido a essa crescente demanda por suas máquinas e fundidos, houve uma diluição dos custos fixos para a produção. Além disso, houve, segundo a companhia, um rígido controle das despesas operacionais. O resultado é o que se segue.

3T10

Neste trimestre, todas as unidades de negócio da Romi tiveram crescimento, evidenciando que robustez da entidade. O lucro totalizou quase 3 vezes o obtido no mesmo trimestre do ano anterior.

Interessante notar que os pedidos advindos dos EUA começa a aumentar e se aproximar à quantidade de demanda da Europa. O EBITDA também cresceu este trimestre.

4T10

Comparando 2010 com 2009, era possível notar que a economia estava supostamente se aquecendo. O resultado foi muito bom para a Romi que está no início da cadeia produtiva, haja vista o resultado ano a ano ter sido animador.

1T11

Não percebi nem uma diferença além da variabilidade costumeira. Das três fontes de receita, as vezes uma sobe, as vezes outra cai e por ai vai.

A única coisa notável foi a queda notável do EBITDA.

2T11

Novamente, o maior destaque foi a queda do EBITDA.

3T11

Nenhum destaque.

4T11

O grande destaque do trimestre foi, sem dúvidas, a aquisição da fabricante alemã de máquinas-ferramentas Burkhardt + Weber. Nos próximos trimestres a empresa alemã deve evidenciar seus resultados.

Não notando tanta variação entre trimestres, começarei analisar apenas o último release do ano.

4T12

Aqui, já é possível perceber os efeitos da B + W no consolidado das Indústrias Romi.

4T13

Notei que o relatório ganhou uma formatação mais interessante. Porém, o que chamou atenção foi a notícia da liquidação da Romi Itália. Sinal de que vender na Europa não é sinal de sucesso.

A entradas de pedidos finalmente tiveram melhora em todos as linhas das Indústrias Romi.

4T14

Em 2014, tudo era péssimo no contexto mundial, mas a Romi…

Interessante notar que a Europa, nos últimos releases, tem sido a maior cliente Romi. No entanto, em 2014, ano da crise global, o Brasil salvou a empresa.

4T15

Nada demais ocorreu além da alienação de imóveis não estratégicos.

4T16

Resultado líquido de R$ 20 milhões.

4T17

Neste trimestre o caixa voltou a quase ficar no positivo.

4T18

O volume de receitas progrediu nas unidades de negócio Máquinas Romi e B + W, enquanto reduziu na unidade fundidos e usinados.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial voltou as altos patamares novamente, o que possibilita a expectativa do aumento da carteira de pedidos.

Ademais, a utilização da capacidade média instalada também volta a subir (2018 em verde).

A receita operacional líquida apresenta uma melhoria de pouco mais de 10%.

E o Brasil continua sendo o principal cliente.

O caixa líquido, novamente, piorou.

Enfim

Antes de começar a estudar, acreditei que veria uma evolução, mas o que as Indústrias Romi realmente passam é uma montanha russa.

O que ela vem tentando fazer é, na verdade, sobreviver. Porém, acredito que em uma ou duas décadas, mesmo ocorrendo crises globais, a empresa terá um grande potencial de aparelhar a indústria.

Considerando que a expansão e a retração econômicas fazem parte de um grande ciclo, em algum momento, a Romi terá a chance de mostrar o seu valor.

Porém, por enquanto, o que há é promessa.

Aporte #25 e #26 e revisão da carteira

Finalmente tive uma resultado financeiro positivo.

Utilizo o orçamento 50-30-20 configurado às minhas proporções e necessidades, mas nos últimos meses a despesa financeira ultrapassava os 20%.

Este mês ficou assim:

R$ 1.688,37 = R$ 8.441,87 * 0,2 (20% do salário líquido)
-933,74 (Fatura do Cartão de crédito)
-642,59 (Parcela do Empréstimo Consignado)
112,04

Sim, este é o aporte #25. O legal é que foi o primeiro aporte na Clear e, se eu me sentir confortável, vou mudar de corretora. Ta certo que levou uma semana para funcionar a primeira ordem de compra, mas disseram que agora não vai mais ocorrer esse problema.

A Clear parece ser interessante, uma vez que minha carteira é muito diversificada, poderia aportar em várias ações e FIIs sem ter de pagar corretagem para cada ordem de compra.

Comprei 8 ações das Indústrias Romi – carteira da Clear.

Os dividendos estão sendo, como dito anteriormente, estão todos sendo alocados em FLMA11. Atualmente, tenho a propriedade de 1.380 papéis. Devo receber mais de R$ 700,00 em dividendos de Sanepar este mês, então a posição deve receber um bom reforço este mês.

Segue a carteira da Socopa:

ABCP11 151 ABEV3 19 ALZR11 1 ARZZ3 18 BBAS3 15 BBDC3 37 BCRI11 1 BIDI4 4 CCRO3 67 CIEL3 41 EGIE3 37 FFCI11 1 FIIB11 5 FLMA11 1.380 FLRY3 200 FRAS3 100 FVBI11 1 GGRC11 1 GRLV11 1 GRND3 70 HGBS11 1 HGJH11 5 HGLG11 1 HGRE11 1 HGRU11 1 HTMX11 1 HYPE3 100 IRBR3 300 ITSA3 623 JSRE11 1 KNRI11 1 KROT3 61 LEVE3 19 LREN3 11 MALL11 5 MDIA3 100 MGLU3 2 MXRF11 52 PQDP11 1 PSSA3 8 RADL3 15 RBRR11 2 SAPR11 200 SHPH11 1 TAEE11 25 UGPA3 36 VILG11 1 VRTA11 1 WEGE3 25 XPIN11 1

Ontem, foi desbloqueado um pagamento de R$ 807,51 na minha conta, que é o aporte #26. Liguei na imobiliária e me disseram que era fruto do reajuste de aluguel retroativo, haja visto não haviam sido pagos anteriormente.

Como eu tive um problema recentemente com ação judicial ligada à atraso no pagamento de condomínio, resolvi fazer uma caixa. No entanto, não gosto de renda fixa.

Resolvi definir uma ação como sendo “caixa para negócios imobiliários”. Fiquei em dúvida entre Eztec, MRV ou Multiplan? Não consegui comprar Eztec ou MRV por que lembro que até um tempo desses o P/VPA estava menor que 1. Sobrou multiplan.

Assim, a maior parte desses R$ 807,51 serão destinados à Multiplan, bem como todas as receitas de aluguel até chegar até uns R$ 10.000,00. Se precisar resolver algum problema imobiliário, vendo alguns papéis de MULT3 e reponho o caixa e por aí vai.

Uma outra, pequena parte, vão para GNDI3, HAPV3, ENBR3 e EQTL3. No total, 31 ações. Venderei as 25 de TAEE11 e destinar para FLMA11. No futuro, se a Clear se mostrar estável, consolidarei as carteiras.

A carteira Clear ficou:

ENBR3 1 EQTL3 1 GNDI3 1 HAPV3 1 MULT3 21 ROMI3 8